"...Abri então a vidraça, e eis que, com muita negaça,
Entrou grave e nobre um Corvo dos bons tempos ancestrais. Não fez nenhum cumprimento, não parou nenhum momento, Mas com ar sereno e lento pousou sobre os meus umbrais, Num alvo busto de Atena que há por sobre meus umbrais. Foi, pousou, e nada mais.
E esta ave estranha e escura fez sorrir minha amargura.
Com o solene decoro de seus ares rituais.
'Tens o aspecto tosquiado', disse eu, 'mas de nobre e ousado, Ó velho Corvo emigrado lá das trevas infernais! Dize-me qual o teu nome lá nas trevas infernais.'
Disse o Corvo, 'Nunca mais'..."
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